Penso isso porque a cada sala de aula que eu entro vejo uma realidade diferente e não imagino como uma regra ou formula vão literalmente funcionar em todos casos.
A verdade é que o planejamento deve ser feito e seguido como uma meta a ser alcançada até o fim do ano letivo, mas tem que ser flexível o suficiente a ponto de atender as necessidades da turma, entender que nós como profissionais temos que identificar o quanto do que lecionado está realmente sendo absorvido pelos alunos.
Eu mesmo me pego pensando "A esses alunos que me acompanhe, eu tenho uma data e vou cumprir".
Porque realmente o aluno tem que seguir o ritmo da escola e não o contrario, isso são prerrogativas que ele vai precisar na vida profissional. Mas vem a questão que ele terá uma deficiência nos conteúdos que ele não conseguiu acompanhar. Cabe a nós por na balança até quando deixar os alunos comendo poeira e quando parar um pouco para beber água. E tenha a certeza que ano que vem é tudo de novo.
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